Demitidos da GM em São José dos Campos aceitam proposta de indenização
Segundo dados do Dieese, foram fechadas quase 1.700 vagas na montadora em 2013. Sindicato quer continuar negociando e pede garantias para quem ficou.
Segundo dados do Dieese, foram fechadas quase 1.700 vagas na montadora em 2013. Sindicato quer continuar negociando e pede garantias para quem ficou.
Sindicalistas também apontaram que irão construir documento conjunto com propostas da classe trabalhadora para as eleições e criticaram contrato temporário de trabalho.
Em encontro com representantes dos metalúrgicos de São José dos Campos, na tarde de sexta-feira (10), a General Motors adiantou que não vai rever as demissões feitas na fábrica do interior paulista, admitindo apenas considerar casos de trabalhadores com direito a estabilidade ou em período de pré-aposentadoria. Mesmo assim, fala em 'substituir' os estáveis por outros funcionários na ativa.
Manoel Dias se comprometeu a agendar reunião com os ministros da Fazenda e da Secretaria-Geral da Presidência da República.
GM comunicou Guido Mantega que, apesar de produção e lucros em alta, insistirá em demitir metalúrgicos.
Cortes ocorreram na fábrica de São José dos Campos; montadora afirma que medida foi acordada com trabalhadores, mas sindicato questiona
Sindicalistas apontam para a necessidade de aproveitar o bom momento de oferta de vagas para reforçar o Fundo de Amparo ao Trabalhador.
Com Lula, metalúrgicos do ABC inauguram centro de formação profissional.
Presidente da Comissão de Trabalho da Câmara diz que PL não irá a votação. Proposta já tem parecer favorável do relator. Sindicalistas criticam o texto, que é defendido por entidades empresariais.
Comissão de Trabalho vota hoje requerimento para realizar audiência pública. 'Proposta é preocupante', afirma diretor do Diap
Segundo especialistas, a organização das rotinas de atividades, somada à imaturidade e ao conservadorismo do Judiciário contribuem para o aumento dos casos de adoecimento.
'Estão alterando a legislação do trabalho com 15 artigos que nos iludem e quatro que destroem o que já foi construído em termos de garantias para os trabalhadores”, afirma diretor da Anamatra.
A moção de repúdio apresentada pelo vereador do PT Silvio Ambrozio é de autoria dos Sindicatos da Alimentação, Metalúrgicos, Bancários, Saúde, Vestuário, Correios, Comerciários, SindiÁgua, dos professores da UFFS, Sutraf, CPERS, CUT Alto Uruguai, MAB e Levante Popular da Juventude. Bancada do PMDB se absteve de votar.
Após término do prazo para debater propostas, CUT e deputados progressistas destacam que não permitirão retrocessos para classe trabalhadora.
Liderança do governo e bancada do PT se comprometem a não votar regulamentação da terceirização, que ataca direitos trabalhistas, e direção da Central comenta trajetória de luta contra proposta.