Saúde mental da população LGBTQIA+ exige enfrentamento à violência e inclusão social
Em um país onde uma pessoa LGBTQIA+ é vítima de morte violenta a cada 34 horas, discutir saúde mental significa também enfrentar as múltiplas formas de violências enfrentadas cotidianamente por essa população. O preconceito, a discriminação, a exclusão familiar, as dificuldades de acesso ao trabalho e os ataques motivados por orientação sexual ou identidade de gênero produzem impactos que vão além das agressões físicas e afetam diretamente o bem-estar psicológico de milhões de brasileiros.