‘Greve geral será nossa resposta aos golpistas’, diz presidente da CNM/CUT
Paulo Cayres reforça importância da paralisação desta sexta (28) para barrar ataques à aposentadoria e aos direitos trabalhistas. CUT relembra greves gerais de sua história.
Paulo Cayres reforça importância da paralisação desta sexta (28) para barrar ataques à aposentadoria e aos direitos trabalhistas. CUT relembra greves gerais de sua história.
Ação, no Congresso Nacional, em Brasília, é mais uma etapa da luta desencadeada há quase um mês pelos metalúrgicos da CUT contra qualquer alteração nas regras da aposentadoria e benefícios vinculados à Previdência Social.
Atividade foi definida com Federações. Será em 30 de março e traçará calendário e estratégias de lutas da categoria. Na data serão comemorados também os 25 anos da CNM/CUT.
Campanha tem várias peças publicitárias e será disseminada em todo o país pelos sindicatos e federações da categoria. CUT e outras entidades já aderiram ao projeto.
Encontro nestas terça e quarta (24 e 25), na sede da CNM/CUT, reunirá especialistas, parlamentares e sindicalistas para debater impacto das reformas e organizar ações da categoria para barrá-las.
Reunião nos dias 24 e 25 terá dirigentes dos sindicatos de metalúrgicos cutistas de todo o país e painéis com especialistas e parlamentares. Objetivo é preparar ações para barrar ataques a direitos.
Senadores desprezam milhares que protestaram contra a chamada PEC da morte. No final da tarde, a polícia havia reprimido duramente a mobilização em Brasília.
Confederação conclama a sociedade a lutar contra a repressão policial a movimentos sociais e em defesa dos direitos e da liberdade do povo brasileiro.
As centrais sindicais, com o apoio de entidades do movimento social que compõem as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, estão convocando para 11 de novembro o Dia Nacional de Greves e Paralisações.
Atividade organizada pela Confederação Sindical das Américas será em novembro em todo o continente e também reunirá os movimentos sociais do continente.
Eleito por unanimidade, o metalúrgico e secretário de Relações Internacionais da CNM/CUT é o primeiro latino-americano a ocupar o cargo na federação internacional dos trabalhadores na indústria.
Data foi acertada hoje (8), em reunião de 18 entidades da categoria. Para sindicalistas, é urgente barrar o ataque aos direitos trabalhistas programado pelo governo golpista.
Em defesa de sua pauta e da democracia, metalúrgicos da CUT se somam aos trabalhadores e aos movimentos sociais e tomarão as ruas no dia 10.
Em nota, presidente da Confederação repudia golpe à democracia e garante que categoria metalúrgica vai reagir à tentativa da elite de impor retrocessos aos direitos trabalhistas e sociais.