Dia 2: CUT faz atos contra Banco Central independente
Manifestações em nove estados e no DF também defenderão importância dos bancos públicos para desenvolvimento do país
Manifestações em nove estados e no DF também defenderão importância dos bancos públicos para desenvolvimento do país
A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) do RS elaborou o “Manifesto em defesa da Petrobrás e contra a precarização de direitos”, durante reunião na manhã de sexta-feira, 05, em Porto Alegre.
Iniciativa foi deliberada em encontro das secretarias da Mulher e de Formação das CUTs dos três Estados do Sul.
A 3ª Plenária Nacional do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva do Sistema Político, realizada nos últimos dias 16 e 17, reforçou a crença dos movimentos sociais de que não é possível seguir com o Legislativo como está, onde as mulheres, apesar de maioria da população (51%), são minoria na Câmara dos Deputados (8%), onde os trabalhadores são somente 19% dos parlamentares (contra 49% dos patrões), apesar dos primeiros representarem 61% da população. E, principalmente, onde o poder econômico define quem será eleito.
O argumento é do presidente da CUT, que defendeu as reivindicações da classe trabalhadora nesta terça na Câmara dos Deputados.
A CUT-RS irá promover um grande ato show no Dia Internacional do Trabalhador, 1º de maio, a partir das 15h, na prainha do Gasômetro. A animação ficará por conta de João Sete Cordas, Mari Martinez e Lítera.
Articulação do acordo foi feita entre CNM/CUT e empresa e beneficiará dois mil trabalhadores.
As 40 mil pessoas que as centrais sindicais levaram às ruas de São Paulo nesta quarta-feira (9) reforçaram a capacidade de mobilização da classe trabalhadora. Na Praça da Sé, marco zero da capital paulista, o presidente da CUT, Vagner Freitas, deixou claro aos candidatos: quem deseja o voto dos trabalhadores, precisa defendê-los.
Vice-presidente da CUT, Carmen Foro, aponta avanços no incentivo à produção familiar, mas destaca que melhoria social do país exige mudanças na visão sobre o modelo agrícola.
Para a CUT, qualquer mudança de regime, em qualquer país, deve ser feita por meios democráticos de disputa e não por golpe de Estado.
Em encontro nesta segunda (27), entidades definiram também datas para a mobilização nos estados que antecederão a manifestação nacional.
Para centrais sindicais, que se reuniram nesta quinta-feira com o governo, proposta pode aumentar a precarização
Admissões poderiam ser feitas pelo período máximo de 14 dias seguidos, limitados a 60 dias por ano. O tema será discutido entre trabalhadores e o governo na próxima quinta-feira.
Juiz considera que ambiente de trabalho de caixa de supermercado em Porto Velho era 'inadequado e hostil'.