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23.02.21   |   FTMRS

Para FTM-RS, é necessário um mutirão de vacinação para conter o covid-19

Divulgação

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Entidade buscará dialogar com empresários e governos para garantir a compra de vacinas

Pautada pelo tripé: proteção à saúde do trabalhador e seus familiares, manutenção do emprego e garantir o máximo possível da remuneração, a Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos do RS (FTM-RS) e os sindicatos filiados, realizaram desde o começo da pandemia do coronavírus um exitoso trabalho de proteção à categoria.

E neste novo momento de combate ao covid-19, a Federação continuará na defesa dos metalúrgicos gaúchos exigindo vacinação para todos e de forma gratuita. Por isso, a FTM-RS buscará dialogar com as entidades patronais para juntos, pressionar o governo estadual e os prefeitos para comprarem as vacinas ou insumos para produzir as mesmas.

O presidente da FTM-RS, Lírio Segalla recordou o trabalho que a entidade e sindicatos fizeram desde o começo da pandemia que já ceifou a vida de mais de 240 mil brasileiros. “Não há uma campanha de vacinação, só politicagem em torno de um tema que deveria ser tratado com seriedade, pois isso é muito grave. Não se trata apenas de uma campanha de vacinação, mas do enfrentamento à pandemia”.

Para Lírio, além de não ter uma política efetiva de combate ao covid-19, o governo federal pode estar adiando a vacinação para coincidir com a campanha eleitoral. “Não podemos esperar. Por isso, vamos pressionar o governo do estado e os empresários para fazermos um grande mutirão de vacinação”, defende.

De acordo com ele, já tem verba destinada no orçamento do governo gaúcho para essa finalidade, pois quando a Assembleia Legislativa aprovou a manutenção das alíquotas do ICMS, uma parte desse recurso foi direcionada para a aquisição de vacinas. “Também vamos lutar para que as empresas, na medida do possível, quando tiver vacina disponível, adquirem e imunizem os trabalhadores”, avisa.

Outro aspecto que o dirigente chama atenção é a importância do Sistema Único de Saúde (SUS). “Vamos defender que em cada lote de vacina comprado, uma parte seja destinada ao SUS, pois nenhum sistema de saúde, por melhor que seja, está preparado para enfrentar uma pandemia”, ressalta Lírio.

Desde que a vacinação iniciou no país, em 17 de janeiro, apenas 2,76% da população brasileira havia sido imunizada até a noite de domingo (21). Nos últimos dias, municípios de diversas regiões do Brasil anunciaram que vão paralisar a imunização devido a falta de doses.


Fonte: FTM-RS com informações da BBC e G1

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